Rússia: cooperação militar com a China proporciona estabilidade global

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O chefe do Estado-Maior russo garante que a cooperação militar entre Moscou e Pequim desempenha um papel estabilizador na situação internacional.

“A coordenação dos esforços da Rússia e da China na arena internacional exerce uma influência estabilizadora na situação mundial”, disse nesta sexta-feira o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Russas, coronel-general Valery Gerasimov, durante uma videoconferência com o Presidente da Comissão Militar Central da China, Liu Zhenli.

A esse respeito, ele enfatizou que Moscou e Pequim devem continuar realizando atividades conjuntas de prontidão de combate para suas forças armadas como “um eixo importante” de sua parceria.

Ao convidar Zhenli para visitar o país da Eurásia, ele confirmou que as conversas ajudarão a fortalecer ainda mais a parceria estratégica entre os dois países no campo da Defesa.

Os presidentes russo e chinês, Vladimir Putin e Xi Jinping, respectivamente, se encontraram duas vezes no ano passado e pediram um desenvolvimento abrangente das relações Pequim-Moscou, particularmente no setor militar, e pouco antes do início da operação militar russa na Ucrânia em fevereiro 26 de dezembro de 2022, declarou colaboração estratégica ilimitada.

Rússia e China estão cada vez mais alinhadas, em meio à escalada de tensões em diversos setores entre o gigante asiático e os Estados Unidos, bem como à deterioração dos laços Moscou-Washington, principalmente após o início do conflito na Ucrânia.

Embora a China tenha se oferecido para mediar a paz na Ucrânia e mantido uma posição neutra sobre o assunto, foi acusada, sem nenhuma prova, pelo Ocidente de fornecer armas à Rússia. O gigante asiático rejeita essas mentiras e  considera os Estados Unidos e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) culpados de provocar a Rússia  e iniciar a guerra.

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